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Harley-Davidson celebrará 110 anos dedicados ao motociclismo

Harley-Davidson também aproveitará para comemorar o 30º aniversário do H.O.G. – Harley Owners Group.

A Harley-Davidson vai celebrar 110 anos de dedicação ao motociclismo e de viagens emocionantes com uma série de eventos e atividades em 2013. Dentre os vários eventos que ocorrerão durante todo o ano que vem, haverá um encontro em Roma, na Itália, entre os dias 13 e 16 de junho, e uma gigantesca festa durante o fim de semana do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, entre 29 de agosto e 1º de setembro, em Milwaukee.

A Harley-Davidson também aproveitará para comemorar o 30º aniversário do H.O.G. – Harley Owners Group – no mesmo fim de semana do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. O clube oficial de donos de motocicletas da marca possui quase um milhão de membros em todo o mundo e cerca de 10.000 somente no Brasil.

“Harley-Davidson é sinônimo de aventura, paixão e viagens por grandes estradas”, afirma Mark-Hans Richer, Vice-Presidente Sênior de Marketing da Harley-Davidson. “É por isso que estamos criando experiências globais onde os fãs podem pilotar, relaxar ou se divertir enquanto comemoram com amigos e outros fanáticos pela marca em todo o mundo”.

Fonte: http://www.correiodeuberlandia.com.br

MV Agusta começa a fabricar a F3

A MV Agusta anunciou o início da produção da F3. Segundo informações da marca, cada F3 é composta por cerca de 1 200 peças. O motor, um 675 cm³ em linha de três cilindros, utiliza a solução de um único eixo de equilíbrio contra-rotativo. Esta solução inovadora, garante a fabricante, neutraliza as forças da inércia da moto, realçando o manuseio através da redução do esforço para mudar de direção.

Com relação ao mercado, no ano passado a MV Agusta registrou vendas 12% superiores a 2010. A marca também anunciou que os seus pedidos para a F3 e Brutale 675 ano 2012 quase dobraram o volume anual esperado.

A MV Agusta montou um vídeo mostrando os bastidores da produção da F3. É interessante notar que todas as motos mostradas são a MV Agusta F3 Serie Oro e não o modelo base. Confira abaixo:

Redação Motociclismo / Derkian Mendes

Morre o fundador da Kasinsky

Foto: www.casodesucesso.com

O empresário Abraham Kasinsky faleceu na manhã de ontem (9) na cidade de São Paulo. Aos 94 anos, o fundador da empresa de autopeças Cofap e da fabricante de motocicletas Kasinski teve uma parada cardíaca.

O corpo de Kasinsky será velado hoje (10) no Cemitério Israelita do Butantã, onde será sepultado às 12h. Kasinsky manteve-se na atividade empresarial até os 92 anos, quando, já debilitado, vendeu a indústria de motos mantida em Manaus. Quando decidiu fabricar motos no País em 1999, o empresário, então com 82 anos, foi visto como excêntrico.

Na época, recém-saído da Cofap – empresa fundada por ele que chegou a ocupar o posto de maior fabricante latino-americana de autopeças – o executivo decidiu voltar a apostar no setor produtivo. O raro exemplo de persistência num ramo similar de atividade aliou-se ao desafio de lançar modelos nacionais num mercado dominado pelas japonesas Honda, com quase 90% de participação, e Yamaha.

Classificado por seus funcionários de workaholic, Kasinsky não conseguia ficar parado. Tocava os negócios de seu quartel-general, na Avenida Pacaembu, em São Paulo. “Ele trabalha o dia todo e ainda leva a mulher para passear à noite”, contou uma assessora.

Na Cofap, que ele presidiu por 50 anos, o executivo se envolvia até na confecção de crachás para os funcionários. Acabou saindo da empresa em 1996, depois que a Cofap foi vendida para o grupo italiano Magneti Marelli. Kasinsky foi o caçula de quatro filhos de um casal de imigrantes russos. Criado na loja de autopeças do pai – que ele garante ter sido a primeira do Brasil -, o empresário “aumentou” a idade em dois anos para poder cursar a faculdade de Economia.

Em 1951, ele pressentiu que a empresa estava com os dias contados se continuasse dependendo de produtos importados. Convenceu um dos irmãos – o pai já falecera – a investir numa fábrica e com ele criou a Cofap. No início dos anos 90, a empresa com sede no ABC paulista chegou a ter 18 unidades (nove delas no exterior), 35 mil funcionários e faturamento anual de US$ 1 bilhão O empresário deixa viúva, dona Ivone, e dois filhos. O Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), fundado por ele, emitiu “nota de pesar pelo falecimento de seu Conselheiro Emérito, símbolo de empresário inovador e pioneiro”.

Fonte: http://www.dgabc.com.br