Portal da Fraternidade Maçônica

Oh, Quão bom e Quão suave é que os Irmãos vivam em união! … (Salmo 133)

Homenagem ao irmão Luiz Elias…

Todos iremos envelhecer


O avanço da idade é inevitável. O processo pode ser mais avançado para um e menos para outros, mas todos iremos envelhecer. Já percebeu que algumas pessoas parecem mais velhas do que outras, mesmo tendo a mesma idade? Claro que todos querem prolongar a juventude o máximo que podem, mas como isso é possível? O segredo está nos hábitos. Veja o que você faz todos os dias e repare se os seus hábitos lhe ajudam a envelhecer com saúde e parecer mais jovem do que realmente é, como:

Cair em tentação na alimentação. Dormir demais. Não amar a si mesmo. Problemas com álcool. Não perdoar. Ser antissocial. Exercícios por obrigação.  Ser sério demais.

A idade pode trazer aquela melancolia, aquela tristeza… Mas não é sua culpa, certo? Então por que deixar tomar conta? Um dos principais fatores que envelhecem mais as pessoas é o mau humor, a tristeza. Remova isso de sua vida e substitua por um sorriso. Não leve tudo tão a sério, nem carregue nas costas os problemas dos outros. Lembre-se de ser otimista o tempo todo. Quanto mais otimismo tiver, mais jovial será. Onde quer que esteja, nunca perca a oportunidade de dar uma enorme gargalhada!

O poeta Mário Quintana disse: “A vida… é um dever que trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê já são seis horas há tempos… Quando se vê já é sexta-feira… Quando se vê passaram 60 anos!”

Uma repórter da Folha de São Paulo, entrevistando um idoso a ele perguntou: Qual o seu maior mal? Ele respondeu. A solidão.

O que é solidão?

Do latim sol?tas, a solidão é a falta de companhia. Essa falta ou carência pode ser voluntária ou involuntária. A solidão, por conseguinte, implica a falta de contato com outras pessoas. Trata-se de um sentimento ou estado subjetivo, tendo em conta que existem diferentes graus ou matizes de solidão podendo ser encarados de diferentes formas dependendo da pessoa.

Clarice Lispector disse: “Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite”. Clarice se sentia fortalecida, precisava ficar só, com certeza era para escrever ou se enganava por não ter outra saída.

Há quem diga que a solidão é um sentimento no qual uma pessoa sente uma profunda sensação de vazio e isolamento. A solidão é mais do que o sentimento de querer uma companhia ou querer realizar alguma atividade com outra pessoa não porque simplesmente se isola, mas porque os seus sentimentos precisam de algo novo que as transforme. Solidão não é o mesmo que estar desacompanhado. Muitas pessoas passam por momentos em que se encontram sozinhas, seja por força das circunstâncias ou por escolha própria. Estar sozinho pode ser uma experiência positiva, prazerosa e trazer alívio emocional, desde que esteja sob controle do indivíduo.

Enfoquemos então aquele mal respondido à repórter. O idoso e a solidão.

A terceira idade ou melhor idade, reassumiu um papel importante na sociedade tendo em conta a perda do importante papel social que os “mais velhos” outrora usufruíram e que na sociedade atual deixaram de ter. O Idoso, devido sua sabedoria e experiência de vida, era, no passado, uma pessoa respeitada e vocacionada para transmitir aos jovens os conhecimentos adquiridos ao longo de toda a vida.

Fácil é concluir que, no passado, o único meio de transmitir a experiência aos jovens era através dos “idosos”. Como na época não havia instituições ou escolas para o fazer, eram os mais velhos, os idosos, que desempenhavam o papel determinante na formação, e na transmissão das experiências e do conhecimento. Daí a sua importância social.

O aumento da longevidade, e as transformações sociais, econômicas e culturais sofridas após a revolução industrial, que se ficaram a dever ao desenvolvimento tecnológico e científico, levaram a uma organização social com uma maior especialização e a uma estratificação e segregação etária que atingiu, particularmente, a terceira idade.

Parte dos idosos passou a ser, para muitos, para sua própria família, um peso, um obstáculo, um encargo para a sociedade. Parte deles na atualidade, tornou-se uma população “poderosa”. Esta nova importância social que confere ao idoso poder, resulta de um conjunto de fatores: Econômicos; porque os seus consumos são mais elevados, especialmente no turismo e lamentavelmente, de medicamentos.  Cultural; pelos seus conhecimentos que em nada se assemelham com a situação existente no início do século. Aos 65 anos o idoso tem presentemente uma grande capacidade física e intelectual e fácil acesso à informação, fatores que facilitam a aquisição de conhecimentos e que, no futuro, se tenderão a aprofundar. Interventora; pela sua disponibilidade de tempo, o que lhes dá uma maior capacidade de intervenção social. Ética; por não ter nada a perder, hierarquias, cargos, privilégios ou carreiras. Social e Política; pelo seu número e as consequências que este tem nos atos eleitorais.

De acordo com cientistas, não estará longe do dia em que o “adulto envelhecido”, que hoje se situa a partir dos 60 anos, se esteja entre os 100 e os 130 anos.

A solidariedade entre gerações é determinante para o homem e para a sociedade. A solidariedade não pode ser encarada como mero respeito de uns para com os outros. A solidariedade tem muito a ver com a sobrevivência do homem e da sociedade. A terceira ou melhor idade não vai pretender compreensão, vai reivindicar participação. Mas pela sua cultura e ética vai, certamente, ser solidária com as outras faixas etárias.

Concluo de que deve haver um maior respeito por aqueles que nos legaram um vasto patrimônio familiar, amoroso, cultural que foram determinantes na educação de nossa geração.

Barbosa Nunes, advogado, ex–radialista, membro da AGI, delegado de polícia aposentado, professor e maçom do Grande Oriente do Brasil – barbosanunes@terra.com.br

Reassunção do Venerável Mestre da ARLS Harmonia Laranjeirense 2660

Ocorreu neste sábado, 10 de junho de 2017, no Templo da A:.R:.L:.S:. Harmonia Laranjeirense nº 2660, do Rito Adonhiramita, no Oriente de Laranjeiras/SE, a Sessão de Posse do Venerável Mestre Ir:. Alberto Jorge Mesquita da Costa e de sua diretoria para o período de 2017-2019.

Logo após a concorrida Sessão ocorreu um ágape no salão da Loja.

A comissão Especial de Posse foi composta pelos Irmãos:

Clairton de Santana – Presidente da Comissão
José Cândido de Santana – Membro da Comissão
Geovan Hormindo dos Santos – Membro da Comissão e,
Mehujael Colaço Rodrigues – Membro da Comissão.

Composição da Diretoria da Loja:

Alberto Jorge Mesquita da Costa – Venerável Mestre
José Rinaldo Santos da Paixão – 1º Vigilante
Antonio Luiz de Almeida – 2º Vigilante
Pedro Barros Madureira – Orador
Aloísio José de Andrade – Secretário
José Augusto Maciel – Tesoureiro
José Augusto C. Alcântara – Chanceler e,
Wilton Tenório Nascimento – Mestre de Cerimônias.

Registramos aqui, nossos sinceros agradecimentos a todos que contribuiram para tornar possível essa realização, rogando ao GADU que, nos guie para uma condução justa e equilibrada.

Fraternalmente,

Alberto Jorge Mesquita da Costa
Venerável Mestre

Simpósio da Maçonaria Adonhiramita

 

O Excelso Conselho da Maçonaria Adonhiramita​, autoridade singular da Maçonaria Adonhiramita no Brasil, convida a todos AAmad.·. IIrm.·. para o SIMPÓSIO DA MAÇONARIA ADONHIRAMITA, a ser realizado no dia 19 de agosto de 2017, sábado, no Rio de Janeiro.

 

Segundo os Annaes Fluminenses, de 1832, a primeira Loja regular brasileira, União ou Reunião, trabalhava no Rito Adonhiramita na Praia Grande, Niterói, em 1801.

Irmãos e Cunhadas merecem desfrutar de momentos de turismo e fraternidade no seio do Rio de Janeiro, em um local acolhedor e próximo aos pontos turísticos da cidade.

PROGRAMAÇÃO:

Das 14hrs às 18hrs – 3 palestras:
Irm.·. João Guilherme C. Ribeiro – Entender os muitos caminhos da Maçonaria exige visão
Irm.·. William de Almeida Carvalho – Ascensão e queda da Maçonaria
Irm.·. Florisvaldo Campos Xavier – Hermetistmo na Maçonaria Adonhiramita

No mesmo horário, sairá um City Tour para as Cunhadas.

Pós 19hrs um jantar de confraternização.

INFORMAÇÕES:

Com a Sra. Tânia no atendimento@excelsocon.org ou nos e-mails do hotel: rio.reservas@vilagale.com e holiveira@vilagale.com.

INSCRIÇÕES SOMENTE ATÉ O DIA 21 DE JULHO!

Sessão Magna de Exaltação na ARLS Clodomir Silva nº 1477

A Augusta e Respeitável Loja Simbólica Clodomir Silva nº 1477, sob a presidência do Respeitabilíssimo Mestre Ir. Mejuhael Colaço Rodrigues, realizou nesta terça-feira (24/05/2016) Sessão Magna de Exaltação dos Amados Irmãos Artur Romério Assunção Ferreira, Flávio Xavier de Oliveira e Manuel Glafkos Pradel.

Presentes o Poderoso Irmão Clairton de Santana – Grão Mestre Adjunto/GOB-SE, e os Irmãos Wilton Torres – Venerável Mestre da ARLS Sérgio Goldhar; Wilson Rodrigues – Venerável Mestre da ARLS Tiradentes; Alberto Mesquita - Venerável Mestre da ARLS Harmonia Laranjeirense e Ademir dos Santos – Venerável Mestre da ARLS Lealdade Cotinguibense.

Como também registramos as presenças de diversos Veneráveis Irmãos das Lojas ARLM Unidos das Serra, ARLS Prof. Alencar Cardoso, ARLS A Marselhesa, ARLS Harmonia Laranjeirense, ARLS Lealdade Cotinguibense, ARLS Marcos Ferreira de Jesus, ARLS Estrela de Davi e ARLS Cotinguiba.

Or. de Aracaju, 24 de maio de 2016.

Sessão Magna Festiva ARLS Harmonia Laranjeirense nº 2660

SESSÃO MAGNA FESTIVA.

A Loja Harmonia Laranjeirense Nº 2660, Rito Adonhiramita, fundada em 28 de abril de 1991, realizou Sessão Comemorativa aos 25 anos de sua fundação e Homenagem às Mães.

Sob a direção do Ir. Alberto Jorge Mesquita e com a colaboração dos IIr. Djenal Gonçalves Rocha e José Rinaldo da Paixão 1º e 2º Vigilantes respectivamente, a referida Sessão na Ordem do Dia, fomos contemplados com a Palestra “Cérebro e Mente”, proferida pelo ilustre Ir. Alvino Dutra da Silva, médico neurocirurgião. O palestrante trouxe informações sobre o funcionamento do cérebro e também informando, que pouco se sabe sobre a mente. Em seguida a nossa cunhada Fabiana Aragão, Vice-Presidente da Fraternidade Feminina da Loja Harmonia Laranjeirense, leu um texto em homenagem as mães, e dando continuidade às homenagem às Mães, a Presidente da Fraternidade, cunhada Elisabete Mesquita distribuiu brindes para as mães presentes.

Presentes ao evento os IIr. Lourival Mariano/Grão Mestre do GOB-SE, Clairton Santana/Grão Mestre Adjunto do GOB-SE, Benone Farias/Presidente da PAEL, Genaldo Moura do Amaral/Grande Procurador do GOB-SE, Mejuhael Colaço Rodrigues/Venerável Mestre da Loja Clodomir Silva, Wilton Torres/Venerável Mestre da Loja Sergio Goldhar, Laercio Oliveira/Venerável Mestre da Loja A Marselhesa, Alfredo Martins/Venerável Mestre da Loja Estrela de Davi, Ademir Santos/Venerável Mestre da Loja Lealdade Cotinguibense, Wilson Rodrigues/Venerável Mestre da Loja Tiradentes e Geovan Ormindo dos Santos/Deputado Maçônico Estadual/GOB-SE.

Participação de diversos IIr. das seguintes Lojas: Unidos da Serra, Sergio Goldhar, A Marselhesa, Constâncio Vieira, Clodomir Silva, Estrela de Davi, Cotinguiba, Lealdade Cotinguibense,

Presença Também das cunhadas: Valdiná Maciel/Presidente da Fraternidade Cruzeiro do Sul, Ana Sanches Rodrigues/Presidente da Fraternidade Feminina da Loja Clodomir Silvae, Maria Nazaré dos Santos/Presidente da Fraternas da Lealdade Cotinguibense e diversas cunhadas, sobrinhos e convidados.

Após a Sessão no Templo foi servido jantar aos presentes.

Oriente de Laranjeiras/SE, 30 de abril de 2016

EU SOU AQUELA MULHER – HOMENAGEM A MULHER DA MAÇONARIA – Artigo n° 264 – Barbosa Nunes

Muito honrado por encontrar-me em exercício do Grão-Mestrado Geral do Grande Oriente do Brasil e ter o privilégio de, neste artigo, expressar o reconhecimento que tenho pelas mulheres. Mulher mãe, mulher esposa, mulher lutadora, Mulher da Maçonaria.

As Fraternidades Femininas do Grande Oriente do Brasil são constituídas por aquelas que classifico como forças vivas de nossa instituição. Homenageio-as na figura da dedicada Flora Rios Mendes, Presidente da Fraternidade Feminina Nacional Cruzeiro do Sul, e através dela, reverencio as presidentes estaduais e de lojas maçônicas. Em sentido global todas as esposas de maçons, que identificamos como cunhadas.

Sou gratificado e em muito, na homenagem que lhes presto pelo Dia Internacional da Mulher – 8 de março. Este meu gesto só poderia ser materializado através de outra mulher, guerreira, doceira, sofrida, interiorana, da terra. Uma das maiores poetisas dos últimos tempos em nosso país. Ofereço-lhes “Mulheres da maçonaria”, esta franqueza de texto intitulado “Eu sou aquela mulher”. Poucos poemas sintetizam tão bem, a luta feminina e da terceira idade, em defesa da vida e da solidariedade como este, mensagem da incansável que foi, pelas palavras até os 95 anos. Cora Coralina. Mulher que se descobriu poeta bem velhinha, depois de uma vida de luta inclusive, com um casamento que ela carregou corajosamente e, após a morte do marido, conseguiu se ver em sua enorme e verdadeira dimensão, como mulher e como poetisa.

“Eu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou. Ensinou a amar a vida. Não desistir da luta. Recomeçar na derrota. Renunciar a palavras e pensamentos negativos. Acreditar nos valores humanos. Ser otimista.

Creio numa força imanente que vai ligando a família humana numa corrente luminosa da fraternidade universal. Creio na solidariedade humana. Creio na superação dos erros e angústias do presente.

Acredito nos moços. Exalto sua confiança, generosidade e idealismo. Creio nos milagres da ciência e na descoberta de uma profilaxia futura dos erros e violências do presente. Aprendi que mais vale lutar do que recolher dinheiro fácil. Antes acreditar do que duvidar.”

Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, nasceu na Cidade de Goiás em 20 de agosto de 1889 (dia do maçom) e faleceu em Goiânia em 10 de abril de 1985. Em 1903, já escrevia poemas. Em 1908, criou o jornal de poemas femininos chamado “A Rosa”. Em 1910, seu primeiro conto “Tragédia na roça”, já com o pseudônimo Cora Coralina. Foi proibida pelo seu marido de integrar-se à Semana de Arte Moderna, a convite de Monteiro Lobato, em 1922. Em 1934, torna-se vendedora de livros da Editora José Olímpio, que em 1965, lança seu primeiro livro “O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais”.

Em 1980, Carlos Drummond de Andrade, após ler escritos da autora, manda-lhe uma carta elogiando seu trabalho, que ao ser divulgada, desperta o interesse do público leitor e a faz ficar conhecida em todo Brasil. Assim disse Drummond:

“Minha querida amiga Cora Coralina: Seu “Vintém de Cobre” (poema de Cora) é, para mim, moeda de ouro, e de um ouro que não sofre as oscilações do mercado. É poesia das mais diretas e comunicativas que já tenho lido e amado. Que riqueza de experiência humana, que sensibilidade especial e que lirismo identificado com as fontes da vida! Aninha, hoje não nos pertence. É um patrimônio de nós todos, que nascemos no Brasil e amamos a poesia.”

“Quem é você?” e “Todas as vidas”, poemas de Cora “Sou mulher como outra qualquer. Venho do século passado e trago comigo todas as idades. Nasci numa rebaixa de serra. Entre serras e morros. Longe de todos os lugares. Numa cidade de onde levaram o ouro e deixaram as pedras”.

“Sou mais doceira e cozinheira do que escritora, sendo a culinária a mais nobre de todas as artes: objetiva, concreta, jamais abstrata e que está ligada à vida e à saúde humana”.

“Vive dentro de mim, uma cabocla velha, de mau olhado, acocorada ao pé do borralho, olhando para o fogo. Vive dentro de mim a mulher do povo. Bem proletária. Bem linguaruda, desabusada, sem preconceitos, de casca grossa, de chinelinha e filharada.”

“Vive dentro de mim, a mulher madrugadeira. Analfabeta, de pé no chão. Bem parideira. Bem criadeira. Fingindo alegre seu triste fado. Todas vidas dentro de mim”

Destemida e defensora da mulher que para não passar fome, entrega o seu corpo, Cora assim abriu o seu coração em “Mulher da vida”:

“Minha irmã de todos os tempos. De todos os povos. De todas as latitudes. Ela vem do fundo imemorial das idades e carrega a carga pesada dos mais torpes sinônimos e apelidos: Mulher da zona, Mulher da rua, Mulher perdida, Mulher atoa, Mulher da vida. MINHA IRMÃ.”

Afirmo-lhes cunhadas das Fraternidades Femininas do Grande Oriente do Brasil, é com emoção que produzi este artigo em suas homenagens e o concluo com uma frase basilar de Cora Coralina, convidando-as para aprofundar e conhecer esta que foi uma grande mulher e que entre suas dezenas de frases, separei esta:

“Não sei se a vida é curta ou longa demais para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido se não tocarmos o coração das pessoas”.

 

Barbosa Nunes, advogado, ex-radialista, membro da AGI, delegado de polícia aposentado, professor e maçom do Grande Oriente do Brasil - barbosanunes@terra.com.br.